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segunda-feira, 14 de setembro de 2009


Mulher, profissional, mãe, dona de casa.

O mundo mudou, mas as velhas tarefas insistem em se manter. O homem trabalha fora, porém a responsabilidade da educação dos filhos fica pra mãe, mesmo que esta trabalhe fora.
O homem chega do trabalho e quer curtir a casa, descansar, desestressar, assistir ao jornal em silêncio.
A mulher vai pro segundo turno de trabalho, às vezes pior que o primeiro.
A mãe tem que ver as tarefas do filho, arrumar a casa, ver se não está faltando nada pro lanche, deixar os uniformes prontos pro dia seguinte, lavar, passar, enfim, preparar o jantar.
Se a mulher optou em deixar de trabalhar fora então...
A mulher passa a ser mãe, no momento que engravida o homem por sua vez tem muito que aprender no seu novo papel. Ele só vai saber o que é isso, quando passa a primeira noite sem dormir por causa do choro do bebê.
Claro que alguns homens ficam grávidos com suas mulheres, porém se preocupam mais com as despesas do recém nascido, do que como dariam o primeiro banho.
Talvez não tenham culpa, pois este papel vem sendo interpretado há séculos. A mulher é mais ligada aos filhos e o homem a mulher.
A mãe sabe até quando o filho está respirando diferente, adivinha que ele quer fazer xixi, cuida pra que eles os filhos não sofram, não sigam caminhos errados. A mulher cuida dos detalhes, da família, já o homem está mais preocupado em como manter todas as despesas do lar, e muitas vezes como seu salário está sendo gasto, etc.,
leia:
"Quando se concede à mulher a igualdade com o homem, ela torna-se superior a ele." Margaret Thatcher

sábado, 12 de setembro de 2009


O que é ser mãe?

A maternidade traz muitas mudanças pra vida de uma mulher, alterando inclusive sua personalidade. Nos torna ponderada, e faz a gente respirar fundo antes de tomar qualquer atitude.
Em minha opinião não existe nada no mundo que seja mais puro, mas divino que gerar um ser, por nove meses, acompanhar seu desenvolvimento, sentir seu coraçãozinho bater através do seu, sentir seu pezinho chutar sua barriga e observar as mudanças que este esta causando na gente.
Mês a mês a gente vai construindo um vínculo maior com o bebê.
Gente imagina como vai Sr a nossa vida depois do nascimento do bebê. Se vai ser menino ou menina, se vai ser parecido com o pai ou com a mãe, e isso só aumenta o nosso prazer em esperar.
Em minhas três gerações, sabia no fundo qual era o sexo do bebê, mas achava melhor não sair falando, caso a intuição não fosse real, pro bebê não escutar.
Na última gravidez, fui explicita, comprei roupinha de menino, sem pensar duas vezes, e graças a Deus, eu estava mesmo certa.
O engraçado que eu sonhava com os meus filhos, e a figura deles já estava formada na minha imaginação.
Sabia que seriam crianças bonitas, fortes, autoconfiantes, cheia de vida, inteligentes, levadas, carinhosas, porque assim eu idealizei.
]Claro que a gente pede a Deus que venham perfeitas e principalmente com saúde, mas no meu caso, não me preocupei se iam ter todos os dedinhos e coisas assim.
Pra mim era uma benção, um milagre gerar uma vida, esta construção divinal que me importava e pelo simples fato deles existirem.
Ser mãe é ter a felicidade de poder acompanhá-los dia-dia, ver seu crescimento, dar amor, rir, chorar, abraçar.
É uma viagem do descobrimento de si mesma.
O pior dessa tarefa é saber que não podemos protegê-los completamente de tudo, neste momento temos que pedir à Deus para guiá-los.

“No momento em que uma criança nasce à mãe também nasce. Ela nunca existiu antes. A mulher existia, mas a mãe, nunca. Uma mãe é algo absolutamente novo." Rajneesh