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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010



Desejo em baixa

Que o amor não é igual pra sempre, não temos dúvida, tudo sofre transformações continuas. Mas casamento também sem sexo é apenas amizade e não casamento. O sexo começa antes do ato, o que alguns homens desconhecem e partem logo para os finalmente e na maioria dos casos não dá, não há tesão que apareça. Sem sedução é impossível entrar no clima. A gente passa o dia com compromissos, agenda lotada, preocupações, nervos a flor da pele, sem tempo pra relaxar. O melhor é sentar conversar, namorar sem necessariamente partir para o ato. Outro motivo na baixa de tesão é o estresse, falta de dinheiro, mágoa e situações mal resolvidas. Você tem conversado, resolvido as pendências matrimoniais? Ou está jogando pra baixo do tapete? Apesar de termos conquistado o direito do prazer a quebra dos tabus a amplitude das possibilidades de prazer, o desejo hummmm, parece que desaparece sem deixar recados. Tudo que acontece no nosso dia- dia pode refletir no sexo e no desejo sexual. As nossas insatisfações, sejam elas na vida a dois ou na rotina do lar, jogam baldes de água fria no pique de qualquer um. Mas podemos mudar, não adiantam apostar todas as fichas em um único remédio, milagres não existem. Precisamos mudar de atitudes primeiro, em relação a nos mesmos, investir em nós. Será que estamos felizes. Será que nos estamos contribuindo também para melhorar nossa relação? A pessoa ao nosso lado esta nos seduzindo do mais amplo significado? Afinal, hoje, diferentemente de décadas atrás, temos liberdade de escolhas de nossos parceiros e nas práticas sexuais. Que tal conversar com seu marido ou esposa que tudo pode mudar para melhor, sem ter que buscar lá fora. Reservar um momento do dia para dar atenção ao nosso corpo, à imaginação e as sensações de prazer. Um telefone talvez durante o dia, cheio de más intenções. Um lingerie “sex” de presente, só para comemorar nada... (rsrs), e entre os dois tem que haver muitaaa cumplicidade, nada de julgamentos. E se não ter certo, só terapia. (rsrs)

“O desejo exprime-se por uma carícia, tal como o pensamento pela linguagem.”Jean-Paul Sartre

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Falta de dinheiro e o casamento.
Quantas pessoas já não passaram por essa situação ou está passando? Por mais que se trabalhe o dinheiro insiste em não esticar até o fim do mês. São contas a pagar e contas a pagar... Às vezes temos que jogá-las pra cima e ver qual delas terá sua vez, rsrs. O dinheiro pode aproximar você do parceiro ou afastar, depende do equilíbrio de cada um. A tendência é que o dinheiro trabalhe a favor da aproximação.
Quando se namora, ele serve para agradar e surpreender, acaba fazendo parte da conquista. São presentinhos pra lá e pra cá, alguns ainda mandam flores.
Já nós mulheres nos sentimos lisonjeadas e gastamos o nosso dinheirinho com perfumes, roupas e cabelo.
No início do casamento também é as mil maravilhas, dividimos as contas da casa, fazemos planos, e é totalmente perdoável aquele sapato que compramos sem necessidade. Mas ao longo dos anos, o papel do dinheiro pode mudar e muito essa relação. Conheço casais que se separaram devido às dificuldades financeiras. E as brigas são freqüentes quando um é o gastador e o outro e o controlador.
Claro que já falei que o material não alimenta a alma, mas não sejamos hipócritas, também precisamos alimentar nossos egos, e o dinheiro é questão de sobrevivência, não conseguimos viver totalmente sem ele.
E se você nunca passou apertado ou se um dia vai passar, fique atenta, pois as brigas e o estresse por causa dele são muito desagradáveis. Quando surgem brigas num casamento, sempre é bom lembrar que há as brigas produtivas e as improdutivas. Aquelas que são improdutivas nunca levam a conclusão alguma. Ambos terminam se agredindo, verbal e alguns fisicamente, não se consegue ouvir de verdade o que o outro tem a dizer. Ao passo que numa briga construtiva, quando ela termina, há alguma conclusão prática, por exemplo: o marido decide que irá pegar as crianças na escola, a mulher irá fazer as compras, irão dividir o orçamento do casal de maneira mais equilibrada, etc. Há acordos feitos após os momentos de tensão. E são acordos bons para todos. Não há desespero, nem ataques pessoais.
O que não pode existir se o casal quer melhorar sua relação familiar, matrimonial, é cada um ficar na sua, fingindo ser um estranho um para o outro.

"Tome conta de seu dinheiro, que um dia seu dinheiro tomará conta de você.” Republic National Bank