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sexta-feira, 25 de setembro de 2009


Casamento no século 21.

Hoje em nossa sociedade, somos encorajados a encarar o casamento como uma prisão. Você escolhe seu parceiro, compra móvel, arruma tudo de última geração, deixa aconchegante e se tranca nela.
Ah! E torce pra conseguir viver dentro desta prisão, mas se não conseguir viver sai da prisão. Este é o divórcio.
Assim fácil...
Mas descasar pra quem construiu uma família, não é fácil, pois dói, porque você tem que dividir tudo, filho, talher, edredom, bens, amigos e matar suas lembranças.
Outros acham que a única forma de evitar tudo isso, e não entrar nessa, é passar o resto da vida sozinho e se conformar sem aquele tão sonhado companheiro. Mas ainda existem aqueles que fazem dessa experiência uma opção de vida..
E acreditam no casamento da época das nossas avós.
O que muitos esquecem é que o matrimonio é um sacramento, e precisamos vivenciar uma espiritualidade conjugal.
Entre duas pessoas tem um que ama melhor e o outro que ama mais, não precisa ser igual, para sermos felizes, o sacrifício como prova de amor, a renúncia, acaba sendo letal, pois ela gera mágoa e ressentimentos. Este sentimento mais cedo ou mais tarde, vem à tona e o homem e a mulher deixam de serem indivíduos para serem prisioneiros de uma luta de igualdades. Acho que há espaço para todos manter sua identidade, e criar condições para que o outro cresça se desenvolva, e seja feliz. Não precisa ser perfeito pra dá bom, temos que aprender a conviver com o defeito do outro, cada um ceder um pouco, conversar, não deixar pra amanhã, não virar as costas e cada um dormir pro lado. Para que aja uma união saudável tem que ter uma renovação diária.
Amanhã pode ser tarde, como o Renato Russo fala na música, “É preciso amar, as pessoas como se não houvesse amanhã”.
Uma coisa é certa, casamento implica em caminharmos juntos, crescimento, rir, chorar, compreensão e uma constante realimentação. O homem e a mulher não são atores, “boa dona de casa”, “o marido perfeito”, mas companheiros capazes de se ajudar mutuamente.
E assim construir um casamento satisfatório, onde ambos possam ter a sensação de liberdade, e não estar presos por um par de algemas.
Alguém discorda?
Alguém já ouviu falar de alma gêmea, termo pode parecer muito romântico, próprio dos contos de fadas. Não sei dizer se esse é o termo que uso pra minha vida, mas acredito que laços fortes e profundos unem nossa vida a de outra pessoa, pra quem é católica essa idéia é absurda, mas acredito que estivemos juntos em outra existência, compartilhando alegrias, tristezas, lágrimas e sorrisos, falhas e acertos. Desta forma, a cada nova experiência numa encarnação os laços se fortaleceram, e se encontram.
Você e sua alma gêmea, freqüentemente vieram juntas em várias outras existências ou encarnações não só como cônjuges, mas também em outros papéis sociais (pai e filho, irmãos, amigos, etc.).
Por conta desse laço forte e profundo que nos une, são comuns no primeiro encontro ambos se reconhecerem mutuamente, não com lembranças, do tipo: -“A lembro de você”, mas sentir uma afinidade e emoções profundas, inexplicáveis aos olhos da mente racional do ego, pois o reconhecimento se dá em nível de alma dos dois. Talvez quem for da filosofia espírita possa explicar melhor. Li o Livro da Zíbia Gasparetto “Laços Eternos”, adorei, pois me identifiquei totalmente com a história. Hoje estou completando 16 anos de casada, foram muitos desafios nesta jornada, muitas emoções vividas, quem nos conhece sabe. Por este motivo que acredito que não foi somente nesta existência que nos encontramos, não é por acaso que estamos a 19 anos juntos. Quando falo que casei 3 vezes com o mesmo homem, quem pode acreditar. Que Deus nos abençoe e que continuemos buscando essa força divina pra nossa vida, Te Amo, Moreco!

“Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.” Carlos Drummond de Andrade

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Especial Dinheiro
Além disso, como nossa sociedade de herança patriarcal tem uma organização sexista, nela homens e mulheres são educados de modo diferente: o menino é encorajado a ser independente e competitivo e a menina cresce se sentindo mais vulnerável e responsável pelo outro. Os homens, criados

segunda-feira, 31 de agosto de 2009



Comportamento.

A mulher de hoje mudou muito. Atualmente a mulher está presente em todas as profissões da sociedade, mas nossos conflitos emocionais e carências interiores continuam os mesmos.
Sonhos muitas vezes engavetados, por falta de oportunidade de emprego, casamento, maternidade, enfim por diversos fatores.
Aos poucos as habilidades e características femininas começam a ser valorizadas pela sociedade, deixando a mulher, aos poucos de ser uma mera coadjuvante em determinados segmentos sociais e profissionais. Outro ponto importante a salientar é que as mulheres ainda ocupam menos cargos de poder e prestígio e continuam a ser vistas como as principais responsáveis pela casa e pela família. Na sociedade atual a mulher vem aprendendo a lidar com os problemas e aos poucos vem aprendendo e sabendo discernir as dificuldades encontradas na dupla e algumas, na tripla jornada de trabalho, no lar e fora dele. As mulheres vêm ao longo dos anos participando para a construção de uma sociedade mais justa, de um mundo melhor e mais equilibrado, no qual se desenha um novo papel para a mulher moderna.
Nunca é tarde para usarmos nossos talentos e habilidades criativas, e fazermos o que mais amamos. Só precisamos estar com a mente aberta, dispostos a aprender e se for preciso dispostos a mudar.
Nada na vida é conquistado e mantido sem esforço permanente, ignorar as dificuldades não é o caminho, mas precisamos construir pontes sobre elas, e seguir em frente, não acha?
foto:Paulo Vitale

"O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você". Mario Quintana


Sabe por que o sedentarismo é tão ruim?

Ele pode matar! Segundo a estimativa do Centro de Controle dos Estados Unidos, um terço das mortes causadas por doenças coronarianas, diabete, câncer do colo do útero e de intestino tem a ver com a falta de exercícios físicos, sem contar a obesidade, que é o mau do século 21.