Mostrando postagens com marcador violência. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador violência. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 30 de agosto de 2010




Paz


Estou aqui diante de um assunto sem fim, que é a Paz! Esse tema me emociona, permeia meus sentimentos, num sonho muito grande de toda a humanidade de que a Paz pode realmente ser conquistada. Este tema nos estimula a refletir sobre a nossa vida, nossa conduta, nossa postura diante do cotidiano, palavra esta que tenho usado com muita freqüência. É preciso falar sobre as tentativas de minimizar as dificuldades e diferenças sociais, preconceitos e injustiças, e visar a confraternização tendo esses princípios maiores de vida, que são as Leis Morais ,da solidariedade, igualdade e justiça. Podemos fazer dentro da individualidade, no nosso dia a dia, não esperar somente pelos governantes ou pela mídia. Esquecemos de olhar nos olhos das pessoas que trabalham ao nosso lado, de falar um “Bom dia” um obrigada. A doença da modernidade que atinge milhões... a impaciência, a correria. pés inquietos, unhas roídas e dedos nervosos nos joguinhos de celular. Doença triste, silenciosa, mata sem que se perceba. E mata não somente
o doente, mas também o alvo no momento da sua crise. A crise ocorre no trânsito, na fila do cinema, no aeroporto, na escola, dentro de casa! E é altamente contagiosa. Doença essa que acaba com a PAZ interna e externa. Em cada uma das nossas ações diárias pode estar uma raiz que permite a Cultura de Paz crescer e se multiplicar.
A violência começa na mente de cada pessoa e é aí que também deve nascer a paz. A prática constante da paz, do diálogo e da resolução coletiva de problemas desenvolve o espírito comunitário e solidário no cidadão; este, por sua vez, tem a missão de propagar a semente da Paz.
Dizem que o ser humano é motivado pelos seus sonhos. Entretanto, ao decorrer da vida, nossos sonhos vão sendo podados e esquecidos. Tenho uma missão de falar sobre a PAZ com alunos de 12, 13 anos e criar um cartaz. Mas como atingir um coração, como sensibilizar esses jovens que não tem um conceito formado sobre a PAZ? Infelizmente eles ainda trazem muita agressividade em si. Por esse motivo nossas palavras têm um grande poder sobre elas. É certo que todos nós temos o poder de ajudá-las a construir seus sonhos ou de destruí-los. Uma chance de construir um mundo sem violência está na mão dos professores e de nós como pais – professores pelo fato de criam condições para gerações e culturas diferentes dialogarem, e os pais ensinando valores. Precisamos acreditar no novo e o novo são as crianças. Com elas, poderão vir as respostas que não encontramos. A paz não é só ausência de guerra. Falta paz sempre que a vida humana é violentada. Falta paz quando o homem extingue as espécies animais, quando o equilíbrio da natureza é ameaçado...quando falta pão, quando não tem assistência para a saúde a miséria, a juventude drogada, quando tem violência em casa e nas ruas, a falta de paz dos encarcerados sem direitos, das crianças sem escola, dos preconceitos contra os diferentes... Há falta de paz ainda quando eu não respeito a mim mesmo, ao outro, à natureza, e principalmente a Deus. Infelizmente estamos esquecendo dele.

“A paz vem de dentro de ti próprio, não a procures à tua volta”.(Buda)
"Não há caminho para a paz, a paz é o caminho." [Ghandi]

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Violência

Atualmente, a violência tornou-se um ato comum em nosso cotidiano. Nunca se falou tanto em violência e em como combatê-la, e, infelizmente, a sensação de insegurança nunca foi tão presente: as pessoas mudam de itinerário, evitam sair à noite, colocam grades e alarmes em suas casas; os que podem, blindam seus automóveis. Em países onde há profundas desigualdes econômicas e de classe, a realidade do cotidiano das grandes cidades é violenta. É freqüente os noticiários relatar assassinatos, linchamentos, assaltos, tráfico de drogas, tiroteios entre quadrilhas rivais e corrupção, além do desrespeito às leis estabelecidas. Todos nós aceitamos passivamente tanto a violência de policiais contra as pessoas mais pobres e quanto à falta de compromisso dos indivíduos em cumprir às leis. Infelizmente cada vez mais temos leis a serem cumpridas. Porque não temos consciência e amor em relação ao próximo. São pessoas que depois de uma noite inteira bebendo em um bar, sai com seu carrão a 120 por hora, e nem passa na cabeça desses indivíduos que pode se matar e matar uma família. Ninguém respeita nada e ninguém. Junto a esta violência urbana, caminham outras tantas violências: como aquela que se faz contra a mulher, a criança, o idoso, os homossexuais, os negros, os nordestinos. Todas elas tão ou mais graves que a violência urbana e que necessitam, igualmente, de combate. Na minha opinião está faltando uma espiritualidade em cada um de nós. Se indicassemos um caminho à nossos filhos, um Deus a ser seguido como exemplo de amor e respeita, acredito que teriamos menos violência, pois poderiam escolher entre o bem e o mal. Mas infelizmente a maioria de nós , achamos que precisa de tempo para se dedicar a um Deus, ou uma religião, então deixamos nossos filhos sem escolhas, pois acreditamos que quando eles estiverem maduros, eles irão escolher se querem ter uma religião ou serem ateus, e nem tocamos no assunto, como se tivessemos vindo do nada, e que o mundo tivesse sido criado por um homem qualquer.

"A violência destrói o que ela pretende defender: a dignidade da vida, a liberdade do ser humano." Papa João Paulo II